4 de set de 2015

As Crônicas da Morte - O Jogo

Oie meus amores, tudo bom com vocês? O titulo do post pode parecer um tanto titulo de livro porém não é (quem sabe um dia haha), bom hoje vim aqui pra falar um pouquinho do Caique Cordeiro e da historia que ele criou. O Caique tem 18 anos, é paulistano, músico, amigo, gente boa, resumindo ele é um fofo (não! Eu não estou fazendo propaganda dele haha).  Bom o nome da historia é "As Cônicas da Morte - O Jogo", ele deu inicio a ela essa semana, todas as semanas ele vai publicar um capitulo novo lá no site dele, e eu simplesmente amei a historia e estou ansiosa para os próximos  capitulo haha. Vou deixar aqui em baixo só  o início do conto, se vocês gostarem e quiserem continuar lendo eu vou deixar o link do site dele no fim do post.
PRÓLOGO 
Escuro e frio, um lugar vazio e sem vida , ali se encontrava o nada e ali se encontrava o início. Em meio a uma pequena esperança surge uma luz, fria e corpulenta. Bruxuleava distante, foi quando um rapaz com aparência esquelética e sofrida a notou.Pegou no ombro de alguém próximo a ele e disse :
– Ei ! Você tá vendo aquilo, uma luz ? – Falou com uma voz fraca e apontou para a forma de luz.
Era uma mulher, tão magra e com uma expressão tão infeliz quanto a dele.
– O que vejo é escuridão e nada mais, luz não existe e nunca ouvi falar em nada assim em todos os meus milhares de anos presa aqui ! Agora saia de meu caminho rapaz estúpido ! – Uma voz tão assustadora quanto qualquer outra coisa presente nesse abismo de escuridão.
A realidade é que poucos podem ver essa luz, nesse momento esse rapaz tinha duas escolhas, testar o que restou de sua sanidade ou continuar a caminhada pela escuridão sem fim.
"Luz não existe", ele só pensava nisso.
Apesar de caminhar, nunca alcançava, talvez imaginou desistir quem sabe, mas nunca parou. Horas e horas, dias e mais dias, isso não tinha significado algum no Abismo, o lugar dos caminhantes, ali tudo isso não importava mais, não havia nada, nada podia morrer, nada podia viver.
O Abismo é o caminho entre o céu e o inferno, mas um lugar infinito onde não se pode sair, até esse momento. A luz estava tão distante dos outros seres que poderiam realmente não terem notado. "Mas como eu consigo vê-la ?" ele pensara. No caminho apontou e perguntou a outros caminhantes , mas respondiam o mesmo " não enxergo nada". 
Por onde começou a passar parecia mais escuro e sombrio do que todos os outros milhares de lugares que passou em todo o seu trajeto, mas algo lhe dizia que devia continuar, que não podia parar. 
Cadáveres se estendiam no chão, mas talvez fossem apenas restos de galhos de árvores mortas e sem vida, não se pode dizer com clareza no escuro.
                                                      ***
Cinco mil anos se passaram, mas como foi dito antes, não se tem uma noção do tempo exato lá dentro. E por mais que pareça impossível, lá estava ele andando e andando. E quanto mais longe, mais vazio ficava, a esse ponto não se encontrava nem um caminhante.
Eu não estou louco, eu vejo, eu creio, talvez aquilo seja a saída daqui.
Tais palavras eram o que lhe motivava.
– Ei rapaz, – Um caminhante, embora não aparentava fisicamente, tinha um rosto cheio e bonito, uma voz grave e forte, usava um sobretudo preto e diferente dos caminhantes comuns. – Venha cá. 
Talvez não deveria ter visto, mas não era comum nem um outro caminhante por aqui, o ultimo que viu foi a muitos e muitos dias, nem se sabe o quanto. Mas ao chegar perto viu que sua pele não era normal, não era negra, branca ou amarela, não tinha uma cor exata, mudava sempre, mas numa tonalidade que não pode ser descrita, e seus olhos... seus olhos eram escuros, tão escuros que abertos não se podiam ver nem de perto, mas tinham uma certa atração e poder desconhecidos aqui nesse mundo.
Mas o que ele não sabia, é que sua vida imunda e sem sentido mudaria a partir de agora.
– Também vê a luz ? – Falou sorrindo, já não acreditava que outra pessoa também caminhou durante muito tempo
– Não vejo luz nem uma, rapaz, só vejo você, além de seus limites, andando numa área que não lhe deve – quanto mais palavras saiam mais sua voz penetrava em seu ouvido.
Mais um que não vê. É o que pensou, mas ao olhar novamente para a direção da luz, nada viu, nada que bruxuleava distante ou próximo, não se sabe. 
Notou-se olhando a 360º e a única coisa que via era esse homem, ser ou caminhante em sua frente. 
– Saia da minha frente – por que imaginara que a luz estaria atrás desse homem ? Tentou empurrá-lo , mas o mesmo segurou seu braço frágil e algo lhe queimou, mas nada sentia, nada sentia desde que viera parar no Abismo.
– Você não entende rapaz? Não existe luz, nunca existiu !
" Não existe luz " novamente essas palavras. 
– Existe e eu a vi! – Falou gritando, com esperanças de que tinha razão ­– Eu a vi­ ! Eu tenho fé que a vi! 
"Fé" ? De onde saíra essa palavra, algo que nunca pensou em todo esse tempo, algo que nunca escutou.
– Uma boa resposta , rapaz . Pode continuar.
É isso meus amores, se vocês gostaram deem uma passadinha lá no site (clique aqui ) do Caique e vão acompanhando a historia assim como eu, e não esquece de deixar sua opinião aqui nos comentários ela é muito importante pra mim *-*. 

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